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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Filipe Albuquerque estuda alternativas à A1GP

A realização do campeonato de A1GP continua em dúvida. O patrão da categoria, Tony Teixeira anunciou há uns dias ter garantido financiamento para os próximos quatro anos mas, até ao momento, não há qualquer confirmação.
Na equipa de Portugal também há muitos aspectos a definir. Filipe Albuquerque manifestou o seu interesse em continuar, mas nada está confirmado até porque primeiro é necessário que o campeonato se realize.
Entretanto, o piloto português estuda alternativas. Segundo o AutoSport, o piloto negoceia uma ligação mais profunda com a Audi, depois de ter participado, em duas provas, no campeonato italiano de GT ao volante do carro alemão.
Filipe Albuquerque recebeu também um convite para participar no teste da Word Series Renault que se realiza no final do mês.

sábado, 8 de março de 2008

Filipe Albuquerque sem lugar na WSR


As possibilidades de Filipe Albuquerque alinhar, em 2008, no World Series by Renault são praticamente nulas. A quase totalidade das equipas já definiu os seus pilotos, existindo, actualmente, apenas duas vagas, uma na RC Motorsport e outra na Fortec Motorsport.
A Ultimate Signature foi a última formação a anunciar o nome dos seus pilotos, os brasileiros Fabio Carbone e Claudio Cantelli.
Na sessão de apresentação, o destaque vai para as declarações de Fabio Carbone, piloto que chegou a fazer parte do primeiro programa “Renault Driver Development” juntamente com Tiago Monteiro, Heikki Kovalainen e Robert Kubica. O piloto brasileiro andou, sem grandes resultados, cinco anos na F3, rumando em seguida para o Japão onde fez Formula Nippon.
Carbone afirmou estar radiante com o regresso à Europa e destacou o valor actual da WSR, frisado que a sua entrada na Ultimate Signature era “um salto positivo” na sua carreira.
Para nós, o interesse está no facto de Fabio Carbone ter “fugido” da Formula Nippon para vir para a WSR, ou seja, ter feito exactamente o percurso contrário ao que a Red Bull propunha a Filipe Albuquerque.
Na altura, a recusa do piloto português foi muito criticada, mas as declarações de Carbone vêm dar razão à opção tomada por Albuquerque. A ida para o Japão era, sem margem para dúvidas, uma despromoção, o que face aos resultados obtidos é incompreensível. Em 2007, Filipe Albuquerque foi o “rokkie” da WSR, venceu uma corrida e bateu sistematicamente o seu colega da equipa (que a Red Bull enviou para a GP2). Face a esta proposta, Filipe Albuquerque só podia dizer não.
Como os amantes do automobilismo sabem, nestas coisas os interesses financeiros são muito importantes e, aqui, isso é bem evidente. De referir ainda que Fábio Carbone vem de seis temporadas “sem resultados” e está na WSR, outros ostentam títulos e ficam de fora.